A maior produtora nacional de fertilizantes fosfatados é a Vale Fertilizantes S/A, assumindo essa posição após a aquisição da Fosfértil (Mosaic) e também os ativos de da Bunge do Brasil. A produção desses fertilizantes provém basicamente de reservas minerais superficiais (75%) de rochas sedimentares (85%) ou magmáticas (15%). Nessas rochas os minerais de fósforo geralmente presentes são as apatitas e as fosforitas, respectivamente.
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Vídeo - Fertilizantes fosfatados
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Como são construídos os quadros de recomendação de fertilizantes com base na análise de solo?
No Brasil existem basicamente dois tipos de adubação, quanto ao seu objetivo, a de correção e a de manutenção. A adubação de correção é geralmente recomendada quando se tem solos com teores baixos de nutrientes. Sua finalidade é, como o próprio nome diz, corrigir os teores para níveis adequados ou bons. Esse tipo de adubação é recomendado para nutrientes que não são facilmente perdidos por lixiviação, volatilização, evaporação e desnitrificação, ou seja, o fósforo.
Outra modalidade é a adubação de manutenção. Ela é utilizada para suprir a quantidade demandada pela soma do que é utilizado pela cultura, lixiviado, volatilizado ou perdido de outra forma. A adubação de correção também pode ser realizada ao longo dos cultivos através de aplicações que excedem as necessidades e as perdas. Isso é possível para casos em que as limitações de crescimento pelos baixos níveis do elemento no solo são pequenas. Fatores como o tipo de fertilizante, a concentração do nutriente nele, sua granulometria, solubilidade, os atributos do solo, os teores do elemento no solo, a cultura de interesse, o rendimento esperado e a relação entre o preço do fertilizante e da produção são alguns fatores dentre os vários que ajudam a definir quanto de fertilizante deve ser utilizado. Entretanto, no Brasil a forma mais comum de se recomendar a adubação é com base em tabelas ou quadros simplificados de recomendação de fertilizantes. Para isso, geralmente utiliza-se o resultado da análise de solo e a produção esperada.
Como são construídos esses quadros?
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Saturação de solos por fósforo
O fósforo é de longe o elemento mais estudado quando se pensa na dinâmica dos nutrientes em solos altamente intemperizados. Isso ocorre porque, como já foi discutido em outros artigos aqui no blog, esses solos são grandes drenos desse elemento.
A demanda de fósforo pelas plantas não corresponde à aplicação de fertilizantes fosfatados. Ou seja, o produtor rural aplica mais fósforo do que a planta necessita para o seu crescimento, desenvolvimento e conseqüente produção. Essa questão já foi levantada em outro artigo aqui no Agrosenso. Nesse sentido, surgem algumas perguntas que merecem nossa atenção:
1) É possível que ocorra a saturação dos solos por fósforo através da aplicação de fertilizantes em excesso com o passar do tempo?
2) Existem metodologias apropriadas para avaliar o nível de saturação ou o grau de saturação por fósforo do solo?
3) Quais as possíveis implicações do excesso de fósforo na química, física e qualidade ambiental desses solos?
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Capacidade máxima de adsorção de fósforo de alguns solos
A capacidade máxima de adsorção de fósforo (CMAP) é um atributo utilizado para avaliar a interação do solo com o fósforo e estima a capacidade máxima que o solo apresenta de adsorver fósforo. A CMAP geralmente é estimada por modelos de troca iônica, o mais utilizado é o de Languimuir. Para se obter essas isotermas utiliza-se soluções com concentrações crescentes de fósforo. Essas soluções são colocadas em contato com o solo. O tempo de contato geralmente utilizado para o fósforo é de 24 horas, 4 horas de agitação e 20 horas de repouso. Para obter a CMAP, a quantidade adsorvida é relacionada com a concentração da solução inicial.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Fósforo no solo e eficiência de utilização pelas plantas
Nos solos altamente intemperizados o fósforo apresenta intensa relação com os constituintes mineralógicos. Esse fato faz com que a maior parte do fósforo esteja adsorvido fortemente, tornando-se indisponível às plantas. A capacidade do solo em adsorver fósforo é em média 1.000 vezes maior que a adubação fosfatada geralmente aplicada, implicando que, em condições naturais, existe uma tendência à deficiência desse elemento.
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Como reduzir os problemas decorrentes da retenção de fósforo no solo?
Para o manejo adequado da adubação fosfatada e dos níveis de fósforo disponíveis no solo, um dos fatores importantes é saber como amenizar os problemas decorrentes da retenção de fósforo. Algumas práticas podem maximizar a eficiência da utilização desse nutriente.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Retenção de fósforo em diferentes condições
Neste e nos próximos posts, sobre solos, irei publicar sobre fósforo. Farei isso para manter os textos organizados. Isso também acontecerá para os outros temas. No último post sobre o tema vimos porque utilizamos tanto fertilizante fosfatado. Nesse veremos como a retenção desse elemento ocorre em diferentes condições. Então vamos lá:
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Por que utilizamos tanto fertilizante fosfatado?
Em 2010 o Brasil apresentou uma demanda interna de mais de 2,83 milhões de toneladas de fertilizante fosfatado (ANDA). Aproximadamente metade desse fertilizante é produto interno (Figura 1). Outra metade é importada de países como Rússia (20%), Marrocos (19%), China (14%) e EUA (9%).
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